Na noite de sábado, 29, acampados improvisaram uma performance espontânea que incitou a participação de um vendedor de côco! O vendedor, talvez por estranhar o contexto da intensa apresentação, empunhou o facão e cortou um varal/poema que compunha uma instalação simbólica na praça (Tudo terminou bem! O poder do diálogo é um dos poucos que legitimamos 🙂 )

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